Criando e Inovando em 4 Partes

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Muito o que diz respeito ao processo de criação na engenharia se encontra na prática. Um bom engenheiro, pega toda a bagagem de conhecimentos teóricos absorvidos ao longo dos anos de estudo e dedicação e aplica em um projeto. Geralmente, esse projeto é algo novo, que está sujeito a diversas versões e – de fato – muitas dificuldades.

Entretanto, não é necessário ser um engenheiro para criar! Com força de vontade e dedicação, qualquer um pode inovar ou colocar no mundo real uma composição maravilhosa.

Pensando nisso, listamos aqui quatro passos simples que podem ajudar você a dar vida a um novo projeto. Etapas significativas que devem colaborar, e muito!

Primeiro passo: Pesquise!

A pesquisa é a primeira etapa que deve existir para todo bom projeto. Deve-se pesquisar o que já existe em todas as fontes a disposição, sabendo assim o que já existe e as formas mais eficientes encontradas de se fazer o que deseja. Essas fontes podem ser artigos científicos, publicações na internet, vídeos demonstrativos/tutoriais, ou até um contato de alguém entendido no assunto para conversar. Quanto mais, melhor!

Por exemplo, imagine que você deseja construir o melhor carro de rolimã possível para descer a rua da sua casa. Se esse objetivo for levado bem a sério, você vai ter que começar de algum lugar certo? E é nesse ponto que geralmente os aspirantes a engenheiros já partem montando o objeto sem antes ver o que outros construtores já fizeram, já erraram e já acertaram. Para salvar tempo e conseguir um produto final melhor, realizar uma boa pesquisa antes não irá fazer nada de mal. Acredite, toda ajuda é bem-vinda e torna o processo bem mais interessante.

Segundo passo: Construa um protótipo!

Um bom protótipo precisa ser simples e barato. Caso possível, desmontável e com partes facilmente modificáveis. Bons materiais para cada nova composição podem variar bastante, desde canos de PVC e garrafas PET até tubos de alumínio trabalhado e estruturas feitas em impressoras 3D. O importante nessa etapa é não se preocupar tanto em estética e durabilidade, e sim que funcione muito bem e que possa ser consideravelmente maleável.

Caso o primeiro passo tenha sido bem realizado, nessa etapa, você já terá uma noção de como a estrutura do seu projeto deve possivelmente ser montada. Se atentando para não ficar muito prezo a conceitos e formas que não foram testadas em projetos anteriores da mesma natureza que o seu, deve-se deixar na medida do possível que as estruturas-chave da composição possam ser removidas, deslocadas, trocadas ou muito reforçadas. Essa maleabilidade será extremamente necessária para o próximo passo.

Terceiro passo: Faça uma “análise sensitiva” (O que realmente importa?)

Essa é geralmente a parte preferida dos criadores. É aqui onde você vai testar, mudar, repetir e desenvolver teorias a respeito do funcionamento do seu projeto. Essa etapa consiste em testar todas as variáveis que possam interferir no seu resultado possivelmente. Fazendo isso você irá descobrir estruturas que não são tão relevantes e outras que são muito importantes, desse modo podendo modifica-las do jeito que você achar melhor. O seu protótipo pode começar com um formato e terminar com uma cara completamente diferente nessa etapa.

É como pegar o carrinho de rolimã e ir fazendo modificações que tenham sua lógica buscando uma melhor performance. Aumentando as rodas, diminuindo o espaçamento entre elas, passando lubrificantes nos rolimãs e outras alterações. Você verá, por exemplo, que passar lubrificante é muito bom para a parte interna dos rolimãs, mas se você passar na parte externa, o carrinho desliza e perde velocidade. Dentre modificações e testes, a estrutura vai chegando cada vez mais perto da desejada.

Quarto passo: Monte o modelo final.

            Com todas as etapas anteriores bem realizadas, você deve ter todos os conhecimentos necessários para montar o modelo final do seu projeto. Depois de ter pesquisado e testado tudo o que você julgou importante, você deve uma quantidade considerável de informações para montar uma excelente composição!

            *Passo extra: Colabore com o próximo 😉

Depois de todas as suas falhas e acertos que possivelmente apareceram em todo o processo de desenvolvimento do seu projeto, uma forma bacana de termina-lo é sempre compartilhar aquilo que foi aprendido. Dessa forma, você ajuda uma pessoa que possa estar precisando daquilo que você descobriu.  É importante ajudar os outros porque, quem sabe, no futuro você possa ser aquele que precisa de ajuda com o seu novo projeto inovador!

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